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O SER É UM SOM

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Comparando o que o pensamento da sabedoria oriental, africana e indígena afirmam sobre a definição do ser humano, fica claro que somos espírito e não matéria. Aprofundando um pouco mais a definição de espírito, que em sua raiz etimológica adquire também o sentido de “sopro”, existe a mesma equivalência na língua tupi,  cujo nome é “ayvu”. Assim, tradição tupi define o ser como um som, uma vibração.  Quando por sua vez comparamos com os estudos mais avançados da ciência de hoje, particularmente a física quântica; esta também define a matriz do ser como onda e vibração.Então, como se manifesta essa luz/vibração que somos?  Isto é que é muito importante para absorvermos este conceito de profunda sabedoria. Simplesmente através de quatro aspectos do que nomeamos como fatores estruturantes da consciência:  o pensamento, o sentimento, a intuição e as sensações. Em relação a estes aspectos, Carl Jung os considerou como funções psíquicas. Podemos então deduzir que aquilo que pensamos, sentimo…

A Filosofia da floresta

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Entre o Céu e a Terra - Vida Após a Morte

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Kaká Werá no Roda Viva

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Roda Viva | Kaká Werá | 09/01/2017

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Indios isolados correm risco

Governo Temer bloqueia recursos da Funai e pode desativar seis frentes de proteção etnoambiental. Em risco, povos ameaçados por madeireiros, fazendeiros e narcotraficantes No site Amazônia Real Não bastassem as ameaças nos cortes de recursos da Saúde e Educação das ações para os povos indígenas do país, o presidente Michel Temer (PMDB) colocou em cheque a sobrevivência e a segurança dos índios isolados, grupos que têm pouca interação ou nenhuma relação com a chamada sociedade nacional. Muitos vivem em regiões de fronteira na Amazônia. No decreto no. 8.859, que limitou o orçamento dos órgãos federais e bloqueou recursos para 2017, vigorando desde o dia 26 de setembro, o presidente Temer cortou 38% dos recursos para custeio e investimento da Fundação Nacional do Índio (Funai), órgão subordinado ao Ministério da Justiça. A redução vai atingir a Coordenação Geral de Índios Isolados e Recém Contatados (CGIIRC), que atua com os povos isolados. Um memorando interno elaborado neste mês de out…

Indios em São Paulo

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(do Estado de São Paulo) Assim como migrantes nordestinos, os pancararus começaram a chegar da zona do sertão do São Francisco, em Pernambuco, em meados da década de 1950, em busca de emprego. Eles foram chamados para cortar árvores em loteamentos do bairro do Morumbi, na zona sul, e depois ajudaram nas obras da construção do estádio do São Paulo.
Instalaram-se nos terrenos vizinhos, descampados que viraram a Favela Real Parque, hoje em processo de urbanização. Estima-se que existam pelo menos mais de 3 mil pancararus na capital, o que os tornaria uma das etnias mais numerosas da cidade. "Depois do incêndio na favela (ocorrido em setembro do ano passado), muitos se dispersaram. Eram mil e hoje são cerca de 200. Estão vivendo de aluguel em outros bairros ou voltaram para a aldeia", diz o pancararu Ubirajara Ângelo de Souza, de 47 anos, que chegou à Real Parque aos 20 anos. Seu pai trabalhou nas obras do estádio do Morumbi.
Na favela ainda existem lideranças espirituais que r…