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Mostrando postagens de Dezembro 13, 2009

Sobre a vitória

O curumim Tayá não entendeu porque o cacique Uirá o presenteou com o cocar da vitória, uma vez que ele havia perdido a luta do uka-uka, uma espécie de sumô indígena.
- Por quê as sagradas penas das araras azuis estão sobre a minha cabeça? - perguntou o pequeno lutador.
O cacique pôs a sua mão antiga nos ombros da juventude de Tayá e explicou:
- pelo modo sincero com que seus olhos reverenciaram o seu oponente após a derrota. Seu coração agradeceu a experiência do embate. suas mãos foram verdadeiras no cumprimento ao vencedor. sendo assim, você venceu também. Parabéns!
O jovem sorriu, agradeceu, e correu feliz com seu cocar. Foi mostrar o prêmio aos tios e aos seus amigos e irmãos.

Da sabedoria dos ritos

Esta época de ritos natalinos, cabe lembrar que este é dos poucos onde ainda podemos lembrar seus fundamentos mais profundos, o nascimento do cristo histórico como metáfora do nascimento do cristo interno em cada individuo, que pode se iniciar a cada ciclo, como prenúncio de um novo ano, ou um novo tempo, mais luminoso e próspero.

Em Londrina

Em Londrina, foi apresentada o espetáculo FÁBULAS DE IAUARETÊ, baseado na obra homônima de Kaká Werá

A felicidade é simples e profunda