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Mostrando postagens de Julho 25, 2010

Outros Transformadores

Fernando Meirelles, Jorge Gerdau, José Júnior, Ivaldo Bertazzo, Cristovão Tezza, Padre Jaime, Monja Coen, Lelé, Romário, Chimbinha e Joelma. Nos últimos quatro anos, brasileiros de perfis assim tão diversos foram homenageados com o Prêmio Trip Transformadores.

Em comum, o fato de todos serem agentes de transformação, gente que não se conforma com a lógica egoísta do nosso dia-a-dia, em geral mais preocupada em acumular riqueza do que em garantir um futuro melhor para todos nós. Os ganhadores são pessoas que encabeçam iniciativas que apontam tendências e modificam realidades, ajudando a tornar o Brasil um país melhor. E é justamente essa a ideia do prêmio: dar projeção a esses profissionais, escolhidos cada um deles por personificarem os 12 temas considerados essenciais e que norteiam as edições da Trip.

Kaká Werá em Florianópolis

Caros amigos de Santa Catarina, estarei em Florianópolis, graças á organização da Unipaz de Santa Catarina, para falar da Tradição Ancestral Brasileira. A proposta deste encontro é oferecer os fundamentos de uma sabedoria que forma as raízes do povo brasileiro; a cultura tupy. Esta cultura milenar deixou um sistema de auto-conhecimento baseado na interação com a natureza e seus mistérios, que não deixa nada á dever aos conhecimentos sagrados de antigas tradições que iniciaram na noite dos tempos a preciosa transmissão do caminho para a luz da verdade, da sdabedoria e do amor maior. Convido-os á conheceram nos dias 13 e 14 de agosto em Florianópolis.

Florianópolis

a Ilha de Florianópolis foi o lugar em que habitaram os Carijós, povo do tronco tupi-guarani, e que denominava a ilha de Meiembipe. Os Carijós já eram remanescentes dos antigos tupy, em épocas remotas em que seguiam o caminho do peabiru, que seguia em direção ao sul, indo parar na atual Argentina, e de lá para o Paraguai, que também foi um grande centro de encontrso das culturas ancestrais das épocas pré-brasílicas.
Os Carijós viviam no paraíso na terra, nesta época, pois esta ilha eram um das tantas "terra sem males" que haviam por aqui antigamente. Depois do século XVI, passaram a fugir de caçadpres de escravos, chamados bugreiros, que os perseguiam para ganhar dinheiro. Tais caçadores cortavam-lhes as orelhas e as levavam como condição para receberem o pagamento.
So9mente muito tempo depois é que chegaram os açorianos, cujos descendentes ficaram sendo chamados de "manézinhos da ilha"