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Mostrando postagens de Outubro 3, 2010

Marina Silva e um novo jeito de fazer política

Muita gente da velha política, que troca apoio por cargos, que compra, que seduz por falsos poderes, que busca o poder pelo poder, que acha que ambientalismo é defender lagartixa; ainda não entendeu o exemplo de Marina Silva.
Marina inaugura um jeito de fazer política que requer um pensamento e uma prática diferente. Ela atrai para si empreendedores sociais que desejam empoderar os cidadãos e não torná-los dependentes de assistências eleitoreiras. Ela atrai também pessoas que possuem empenho no investimento de energia limpa, que buscam o desenvolvimento sem degradação ambiental e social. Além de atrair atenção dos núcleos vivos da sociedade que respeitam a diversidade cultural, os saberes tradicionais, que se empenham no fomento á educação de qualidade disponibilizada para todos as classes sociais, com qualidade e com recursos adequados.
Por fim, Marina silva não se julga dona dos vinte milhões de votos que a elegeram a terceira via do pleito. Por isso tem solicitado a opinião das div…

Caros Amigos

Saudações.



Todos os dias, de norte a sul e de leste a oeste, deparamos com as mais variadas violências praticadas contra os povos originários do Brasil. Estradas cortam as reservas e promovem a invasão bárbara com todos os tipos de aventureiros. Hidrelétricas inundam as terras e matam o sustento natural. O desenvolvimentismo a qualquer preço cuida do econômico e não se importa com o humano. O agronegócio grila as terras indígenas e mantém a posse com jagunços e a conivência das autoridades. O quadro geral é de genocídio e de resistência. Os povos indígenas do Brasil tentam sobreviver diante de tanta adversidade; tentam resgatar a dignidade diante de inimigos poderosos. O seu presente está ameaçado.



Com a Edição Especial GENOCÍDIO E RESISTÊNCIA DOS ÍNDIOS DO BRASIL, a revista Caros Amigos procura mostrar um pouco dessa tragédia histórica, persistente, desumana, movida pela ganância típica dos que colocam sua sede de lucro e seu interesse particular acima das pessoas e dos bens coletivo…

Os índios e a cidadania cultural

Embora uma parcela da sociedade brasileira ainda tente manter o índio longe da participação social, das questões nacionais, da reflexão acerca dos rumos possíveis para a educação, a cultura, a saúde, e outros temas importantes para o desenvolvimento da sociedade; cada vez mais ídios se organizam e insistem na presença e na participação cidadã.
Um deles é Marcos Terena. Comunicador. Aviador. Ativista Social.

Por ter sido o coordenador geral da Conferencia Mundial dos Povos Indígenas durante a RIO 92 e haver participado da criação da Declaração da ONU sobre os Direitos Indígenas.

A Roda de Saberes de Krenak

Para produzir e disseminar conhecimento sobre grupos étnicos no país, a Associação Ocareté, em parceria com o Changemakers da Ashoka, a Rede Puxirão e o Núcleo Oikos, realizou o debate ENTREMUNDOS – Povos e Comunidades Tradicionais no Brasil, de 23 a 26 de agosto, em Registro (SP), no Vale do Ribeira.

Aliando métodos da educação popular ao debate, o ciclo ENTREMUNDOS reuniu pesquisadores, estudantes, lideranças tradicionais e gestores para uma discussão plural sobre o tema. A partir de uma metodologia de trabalho em que se apresentam, em roda, casos e situações para problematização e se pensam em desafios e soluções em plenária.

Muitos dos debatedores presentes são empreendedores sociais da Rede Ashoka, como AILTON KRENAK, Jô Brandão e Beto Ricardo. O Changemakers terá papel importante na divulgação dos produtos da discussão com representantes do Brasil, Peru e Estados Unidos cobrindo o evento via Twitter. Também soma a este evento a divulgação de um concurso global inédito – a ser …