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Mostrando postagens de Abril 10, 2011

Parto da Grande Mãe

Pablo Werá, um guarani da fronteira entre Paraguai e Brasil, no início do século passado havia sonhado que "na dobra do tempo" quando iniciasse um novo ciclo de datas, a Mãe Terra entraria em processo de parto para o nascimento de uma nova expressão de si. Uma nova estrela brilharia no Cosmos. E disse que Tupã renasceria no coração do estrangeiro.Essa profecia foi registrada no livro "Ayvu Rapyta" de Leon Cadogan, na década de trinta.
O povo Maia também predisse que nesta época, que corresponderá ao ano de 2012, a Mãe Terra entraria definitivamente na quarta dimensão, após um longo processo de purificação. E o que é mais incrível é que essas previsões se baseavam em estudos matemáticos e não em transes místicos.
Realmente estamos em um momento de muita conturbação, tanto coletivamente quanto individualmente.
Os valores, a ética, e a consciência encontra-se em momentos de profunda degradação. Há que se limpar, dissolver, transmutar, muitos padrões de comportamento e…

ROBERTO CREMA E KAKÁ WERÁ NA UNIPAZ EM JUNHO

É com alegria que anunciamos mais esta imersão com Roberto Crema e Kaká Werá.
Nesta imersão, Roberto Crema e Kaká Werá, através de vivências e reflexões, facilitarão um
mergulho profundo de consciência neste movimento de transição planetária, que se encontra
em curso, que podemos denominar de: Parto da Grande Mãe.

“Trata-se de um processo de morte e de renascimento, para o surgimento de uma humanidade
reconectada com a dimensão Essencial. A qualidade da Terra mudará, num processo
transformacional que transcorrerá em etapas. No Parto, todos estamos submetidos a um
estado intensificado de evolução ou involução. Não é possível uma previsão, pois não há
predeterminação de datas precisas: a consciência humana interfere na realidade. Bênçãos,
ensinamentos e inspirações se destinam a facilitar para que possamos nos tornar um cálice
receptivo. Na semeadura do novo, reflorescerá a terra …

Oficina de literatura indígena com educadores

Integria em abril

Sustentabilidade

Quando as culturas humanas deixaram de ser verdadeiramente sustentáveis, ou seja, considerando como parte de seu desenvolvimento o cuidado com os recursos da natureza, suas disponibilidades, seus ciclos e sua sazonalidade; não havia menção de guerras ou de quaisquer tipo de violência ou problema relacionado á fome.
Os estudiosos poderiam dizer que não há registro histórico de sociedades milenares sustentáveis. Mas a questão é que os registros históricos estão intimamente ligados á registros de conflitos. Quando há sustentabilidade, os conflitos são mínimos, ou considerados irrelevantes.
Nas sociedades ancestrais sustentáveis, a história não é história, é narrativa mítica, é fábula, ou seja, é norteada para transmitir valores, idéias, pensamentos e visões de origem, e não a guerra.
Mas a questão que gostaria de colocar aqui é que quando pensamos uma civilização incluindo o cuidado com a natureza e o uso adequado de seus recursos e disponibilidades; questões sociais como violência, fome…