Tive uma experiência emocionante recente em Várzea Queimada, sertão do Piauí, onde remanescentes de escravos negros e de índios tapuias, fundaram em 1841 um povoado que vivia basicamente da roça. Atualmente vivem do artesanato produzido da folha da carnaúba e do re-aproveitamento do resíduo de pneu onde os homens fazem sandálias de borracha.
Através de uma parceria que reuniu o SEBRAE, o Instituto Arapoty, Marcelo Rosenbaum, equipe de permacultores e estudantes; fizemos uma profunda ação que resultou n a construção de um Centro comunitário, criação de cisternas para captação de água e desenvolvimento de diversos itens de produtos artesanais a partir da folha da carnaúba. a comunidade acolheu com alegria a possibilidade de tornarem-se efetivamente sustentáveis. E é nesse tipo de ação, que liberta e cria vínculos cooperativos, que reside a verdadeira esperança!
MARAVILHA, Kaká !
ResponderExcluirQ alento aos nossos corações tão desiludidos ! Tem todo o meu apoio em completo ser.
Podendo eu fazer algo no meu limitado campo de ação, estou às ordens. Trabalhei junto à comunidade guarani-mybiá da praia de Camboinhas/ Niterói e sei da necessidade de um norte, uma orientação para reestruturas aquele povo... Parabéns e saudações
Lindo trabalho.
ResponderExcluirAngela
Vai dar certo.
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