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Da água e do fogo

Estamos preparados para reconhecer a vida em sua dimensão mais sutil  profunda e trazer este reconhecimento em forma de respeito, cuidado e atenção? estamos preparados para ir além das aparências e ver em cada paisagem, em cada coisa, em cada animal, a sagrada luz vital e a divina inteligência que permeia sutil e profunda? Será? O fato é que temos que nos preparar a cada dia para um relacionamento mais digno com o fluxo da vida que vibra e pulsa em cada um de nós e também em torno de nós. Nossos hábitos e conceitos precisam ser revistos dia após dia. Desde o que consumimos até o modo pelo qual consumimos. Desde o que consideramos revelante até aquilo que consideramos como frágil e sem sentido. É a alma que pede para que a percebamos sem véus, sem mesquinhez e sem distorções.

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A espiritualidade não é um movimento e nem uma ideologia. Não é uma teoria criada por alguém. Também não é privilégio de alguns. Embora não seja reconhecida por inúmeras pessoas.  A espiritualidade é um princípio universal que está na base da sabedoria humana. Ao longo da presença de diversas culturas pelo mundo desde épocas imemoriais ela tem estado presente em sistemas de conhecimento, filosofias, cosmovisões, memórias, etc. A mais antiga noção de espírito e de espiritualidade vem da natureza. Ela foi e é a inspiradora do reconhecimento e do desvendamento do mistério que somos. Nesse sentido as culturas que se formaram com laços fortemente traçados com a natureza desenvolveram uma espiritualidade e uma visão de espirito de extrema poesia e integração. Uma das culturas que se expressou de um modo agudo e profundo essa relação do espírito com a natureza foi a tradição tupi. Umas das mais antigas raízes culturais do Brasil.  A tradição tupi tem mais de 12.000 anos de presença na face …

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