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Mostrando postagens de Novembro 8, 2015

RAIZES DA ESPIRITUALIDADE

As sabedorias mais profundas que originaram as tradições sagradas da África, da India e do Brasil possuem em comum uma conexão direta com a natureza e seus mistérios. Para estas sabedorias, os ecossistemas são portais da mais alta espiritualidade. Os deuses da África, do Brasil e da Índia são extensões do fogo, da terra, da água e do ar. São desdobramentos de um Mistérios Maior, que nos anima, que nos vivifica.
Por isso faço parte de um grupo que estuda e promove encontros de representantes de saberes ancestrais. Para também reunir Homem e Natureza em uma renovação de um entendimento mais apropriado nesta relação. Neste sentido, trazer a sabedoria védica ao Brasil, através de seu representante, Sri Tathata, para um encontro com a essencia da cultura ancestral desta terra e das Américas, é semear uma nova possibilidade de compreensão de uma espiritualidade que comunga com a Mãe Terra.

Sri Tathata nasceu no Kerala, sul da Índia. Muito jovem descobriu que viera ao mundo por uma causa supe…

Sri Tathata no Brasil

Sri Tathata nasceu no Kerala, sul da Índia. Muito jovem descobriu que estava na Terra por uma causa superior. Começou sua ascese e as práticas yoguicas desde cedo e sua consciencia despertou para os níveis e planos superiores da vida.
Sua mensagem fala do novo Darma para a humanidade. Sua fala é inclusiva em termos do acolhimento e reconhecimento de todas as religiões como portadoras de uma missão sagrada, que é a espiritualização do ser humano.  Fala do respeito á diversidade e da valorização das raízes ancestrais em todos os sentidos.
No mes de novembro estará no Brasil, a convite do Instituto Arapoty e daUnipaz, em três estados: São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. se reunirá com tradições indígenas, africanas, religiões ocidentais e movimentos espiritualistas. O propósito maior é difundir a paz de espírito e fortalecer a fé e a confiança em um mundo melhor.

A SABEDORIA ANCESTRAL DA ÍNDIA VEM AO BRASIL

Sri Tathata é nativo do sul da India, na região do Kerala. Atualmente com 73 anos, mas desde criança iniciou sua missão de vida a partir das práticas e ensinamentos que recebeu de uma tradição milenar de seus país: a sabedoria védica.
Ele é um mestre autorealizado, ou seja, que já galgou todas as etapas de desenvolvimento interior em sua existencia. Reconhecido como um avatar.
Em 2014 estive em um congresso á convite de sua organização onde pude ver milhares de pessoas buscar a sua benção e reverenciar o seu trabalho espiritual. Além de indianos; pude conhecer franceses, italianos, americanos, ingleses e pessoas proeminentes da ONU, da UNESCO, da política da Índia e outros eminentes mestres de seu Pais.
Este encontro ao qual fui convidado era um momento dedicado á concentrar forças e emanar pedidos e orações de cura através de mantras e meditações pelo rito védico do fogo sagrado para o mundo inteiro. foram 13 dias de rezas, mantras, depoimentos, palestras e meditações. Milhares de c…

A presença do índio na Literatura

(enviado por Homero)

Ameaçada por grilagem de terras, desmatamento, garimpo, obras de governos e minada pela discriminação, a cultura dos povos indígenas brasileiros resiste (agora também) em forma de literatura e conquistando espaço no mercado editorial. Há uma boa safra de escritores indígenas dedicados à literatura infanto-juvenil e publicados por diversas editoras, inclusive grandes como Martins Fontes, Paulinas e FTD. O ano de 2011 deve terminar com pelo menos 19 títulos novos no mercado, entre os quais A cura da terra, de Eliane Potiguara, pela Global Editora, e Mondagará, de Rony Wasiry Guará, pela Saraiva.
Esse interesse se deve, em parte, à Lei 11.645, aprovada em 2008, que criou a obrigatoriedade de se tratar a temática indígena e afro-brasileira no currículo escolar brasileiro. Mas também é possível que nomes como Daniel Munduruku, Graça Graúna, Yaguarê Yamã e Olívio Jekupé estejam ganhando as prateleiras das livrarias do país graças a suas vendagens, turbinadas rec…

Índios são preparados para mercado de trabalho

Dourados vai iniciar nos próximos dias uma ação inédita: qualificação de mão-de-obra indígena para garantir trabalho aos índios das aldeias Bororó e Jaguapiru, que juntas formam a reserva indígena mais populosa do país. A iniciativa é do prefeito Murilo Zauith. Os cursos serão aplicados através do projeto Qualifica Dourados, que vai preparar também os trabalhadores da cidade.


Nesta quinta-feira, uma equipe da Semaic (Secretaria de Agricultura, Indústria e Comércio) permaneceu o dia na reserva preparando currículos de homens e mulheres indígenas interessados em entrar no mercado de trabalho formal.


A proposta de incluir os índios no programa partiu de uma decisão do prefeito. No entendimento de Murilo, a inserção dos índios no mercado de trabalho é um dos caminhos para contribuir com a melhoria das condições de vida na reserva indígena.

OS SETE GRAUS DE INICIAÇÃO TUPY

Quando encontrei Werá, o velho, pela primeira vez, foi em uma visita que fiz á sua aldeia. Eu estava caminhando por uma trilha em direção á uma nascente dágua quando ele surgiu de dentro da mata. Simples, pés descalços, a cabeleira grisalha guardando quase um século de vida e os olhos revelando milênios em silêncio. Vinha da roça. Vivia isolado da aldeia. Existia um conflito entre suas opiniões e o comportamento dos guaranis daquela região. Uma das coisas mais surpreendentes, é que falava um português impecável, ás vezes incluindo termos como “vós”, por exemplo, já em desuso neste tempo. Um dos motivos que ele brigava com a nova geração era o fato de ela ser extremamente dependente de favores de estranhos e de assistencialismos governamentais. A sua família era sustentável, vivia da roça, da produção artística, e das aulas que dava na escolinha.
Um dia ele me disse que tupy não era exatamente um povo e nem uma raça, tornou-se sinônimo de povo somente nos últimos quinhentos anos; assim…