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Mostrando postagens de Dezembro 13, 2015

Demarcação de terra favorece equilíbrio do clima no mundo

Esta semana ocorreu a Conferencia Nacional de Política Indigenista e também foram oficializados a demarcação de quatro territórios indígenas, todas do estado do Amazonas: Terra Indígena Arary, localizada no município de Borba, destinada à posse permanente do grupo indígena Mura; Terra Indígena Banawá, municípios de Canutama, Lábrea e Tapauá, destinada à posse permanente do grupo indígena Banawá; Terra Indígena Cajuhiri-Atravessado, localizada no município de Coari, destinada à posse permanente dos grupos indígenas Miranha, Cambeba e Tikuna; e Terra Indígena Tabocal, município de Careiro, destinada à posse permanente do grupo indígena Mura. Além disso, foi criado oficialmente o Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI); que em tese é responsável pela elaboração, acompanhamento e implementação de políticas públicas voltadas para povos indígenas (decreto 8.593/2015).  Isto somente tem sido possível porque é o Poder Executivo que decide sobre a questão de demarcações, embora seja mor…

Terras Indígenas são demarcadas

FONTE: Instituto Socioambiental (ISA)
Na tarde de quinta-feira (17), terminou em Brasília (DF), a etapa nacional da 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista, que começou na terça (15) com duas promessas da Presidente da República Dilma Rousseff: a homologação de Terras Indígenas e a criação do Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI). Dilma na Conferência Nacional de Política Indigenista No Diário Oficial da União (DOU) desta sexta (18) foram publicados os decretos de criação do CNPI e de homologação de quatro Terras Indígenas, todas no Estado do Amazonas, somando 246 mil hectares:Arary, do povo Mura, com 40.750 hectares; Banawa, do povo Banawa, com 195.700 hectares; Cajuhiri-Atravessado, dos povos Miranha, Kambeba e Tikuna, com 12.500 hectares; e Tabocal, do povo Mura, com 907 hectares. “Outras terras poderiam estar na lista”, pondera o secretário executivo do ISA, André Villas-Bôas. “Ao não homologar a TI Cachoeira Seca do Iriri, Dilma perdeu uma ótima oportunidade de…

O sagrado território do Saber

Quando em 1993 iniciei, junto com Daniel Munduruku e Olívio Jecupé, a ideia de nos mobilizarmos através de uma literatura, com o propósito de expor melhor a cultura indígena do país, um ou outro antropólogo disse que isso não era coisa de índio; que coisa de índio era andar pelado e pintado de urucum. Eu disse que uma coisa não excluia a outra. De vez em quando, nos momentos adequados, ainda pintamos o corpo de urucum, mas que expressar através da escrita as nossas visões de mundo poderia ser também um ato cultural e legítimo.
 Muitos anos se passaram e hoje somos mais de 60 escritores das mais diversas etnias em todo o país.Com mais de 150 títulos publicados e mais de 2 milhões de livros vendidos. Já existe um mercado literário e uma feira cultural literária específica para essa arte, com o apoio desde o início da FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infanto Juvenil).
A maior parte destas obras enaltecem o valor sagrado que é respeitar a natureza, os animais, a pluralidade étnica. Revelam…

Territórios da Dgnidade

Respeito á pluralidade cultural é fundamental para um verdadeiro desenvolvimento nacional